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Portão tem o menor número de apartamentos novos para a venda dos últimos seis anos

10/05/2017

O Portão, na região Sul de Curitiba, já chegou a ser o bairro com o terceiro maior estoque de apartamentos residenciais novos na capital paranaense. Em 2010, ele tinha uma participação de 8% do volume total de unidades disponíveis para a venda na capital, totalizando 473 imóveis. Já no ano passado, havia apenas 298 apartamentos em estoque no bairro, o que correspondia a apena 4% do volume de unidades disponíveis na cidade, colocando o Portão na 8º colocação em disponibilidade. Os dados são da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR).

Ao contrário do estoque que recua, o diretor da Swell Construções e Incorporações, Leonardo Pissetti, ressalta que o bairro permanece entre os cinco de Curitiba em oferta lançada, relação que indica uma grande procura para a compra do imóvel. Entretanto, ele acredita que a produção imobiliária no Portão tende a desacelerar no médio prazo em função da dificuldade de encontrar terrenos livres de edificações, o que deve reduzir drasticamente a quantidade de lançamentos no bairro e, consequentemente, gerar uma elevação dos preços na região.

“A localização é o ponto forte do bairro. Ele está próximo ao Centro e ao mesmo tempo conta com uma infraestrutura própria e consolidada de comércio e serviços, bem como fácil acesso ao transporte público. Esse é um bairro tradicional e familiar. Tanto que a maior parte dos compradores do BonneVie Home & Living, nosso empreendimento em fase final de construção, é de pessoas que nasceram e cresceram na região e estão retornando a ela para ficar próximo de seus parentes”, analisa.

Essa atratividade do Portão para a compra do imóvel, aliada a uma demanda reprimida composta por pessoas que buscavam um empreendimento na região com mais requinte e acabamento mais completo – como esquadrias com venezianas integradas e maior área envidraçada nos quartos -, fez com que a incorporadora curitibana lançasse o BonneVie no bairro, em dezembro de 2015, em uma rua sem saída.

“A maioria dos empreendimentos estava sendo construída em vias rápidas ou em frente ao expresso. Para nos diferenciar da concorrência, e pensando num público em sua maioria formado por famílias, buscamos um terreno em rua tranquila e mais horizontal, ou seja, com menos prédios, próximo a uma via principal com infraestrutura instalada e preço justo”, explica Pissetti. A proposta parece ter sido bem aceita pelos compradores: atualmente, 60% das unidades estão vendidas, o que totaliza uma média de dois apartamentos comercializados por mês, apesar da crise econômica recente.

O BonneVie Home & Living terá área construída de 6,9 mil metros quadrados. Ele vai abrigar uma torre única com 43 apartamentos, totalizando seis apartamentos por andar, com dois elevadores. Ao todo, são sete apartamentos com dois dormitórios, 73m² de área privativa e uma ou duas vagas de garagem. Ainda, há 31 apartamentos com três dormitórios, área privativa de 80, 85 e 87 m² e duas vagas de garagem por unidade. O edifício também tem um apartamento Garden (com jardim privativo), com três dormitórios e área privativa de 87 m², mais terraço privativo de 115 m² e duas vagas de garagem.

Além disso, abriga quatro coberturas duplex com três dormitórios, sendo duas suítes, e três vagas de garagem. A área privativa varia entre 114 e 126 m² e o terraço privativo entre 49 e 57 metros quadrados. Pissetti ressalta que algumas das unidades serão em estilo penthouse, em que a área social do apartamento fica toda na parte inferior, com a sala de estar, sacada, cozinha, área de serviço e terraço descoberto. No andar superior fica a área íntima, com quartos e banheiros. Há vagas exclusivas para moto.

“Não dispomos mais de coberturas e apartamentos Garden para a venda no empreendimento. Contrariando a lógica do mercado, esses foram os primeiros imóveis a serem comercializados”, ressalta Pissetti. A área comum compreende dois salões de festa, academia e playground, e será entregue equipada e decorada aos moradores.

Custo x benefício- O empresário diz ainda que a incorporadora curitibana, prestes a completar 35 anos de atuação no mercado, apresenta alguns diferenciais para o empreendimento. São eles: sacada ampla com guarda-corpo em alumínio e vidros, churrasqueira a carvão e pia com tampo de granito; esquadrias com venezianas com sistema de acionamento “tipo cortineiro” nos quartos; teto em gesso em todo o apartamento; infraestrutura para ar-condicionado; tampo em granito, metais e louças nos banheiros.

O valor de venda das unidades parte de R$ 427 mil, para um apartamento com 2 dormitórios (sendo uma suíte), no 5º pavimento, com área privativa média de 73,32 m², 1 vaga de garagem para automóvel e 1 vaga de garagem para moto. Atualmente, o maior valor entre os imóveis do empreendimento é de R$ 530 mil para um apartamento com 3 dormitórios (sendo uma suíte), no 6º pavimento, com 85,66 m² e 2 vagas de garagem para automóveis.

O diretor da Swell Construções e Incorporações, Leonardo Pissetti, destaca que, mesmo com todos os diferenciais, na comparação com o preço médio do metro quadrado privativo dos apartamentos novos em Curitiba, levantados pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), no BonneVie, os apartamentos de 2 dormitórios têm valor 3% menor e nos de 3 dormitórios até 9,5% menor do que a média de mercado, apresentando o melhor custo/ benefício da região.

“A combinação entre localização, preço e qualidade de acabamento faz com que o empreendimento não tenha concorrentes na região e o torna competitivo mesmo diante da oferta de apartamentos com tamanho e características semelhantes em outros bairros de Curitiba. Para o comprador, isso é a garantia de valorização do seu patrimônio ao longo do tempo”, opina Pissetti.

O empreendimento, com entrega prevista para março do ano que vem, tem quase 75% das obras realizadas e, segundo acompanhamento do Banco Itaú (que financia a obra), está com cronograma de obras adiantado. No momento, estão sendo realizados os serviços de revestimento de fachada, cerâmicos e do banheiro, além de preparação de gesso e pintura, instalações elétricas e hidráulicas.

Segundo o empresário, para quem tem urgência na mudança e não quer acumular o pagamento do aluguel com as parcelas do imóvel novo, esse é o momento para a compra. “Existe ainda um prazo para abatimento do saldo devedor para, daí sim, o cliente buscar o financiamento ou usar o FGTS para quitação plena da unidade. Ainda, essa fase atual permite com que o comprador vá até a obra e confira in loco o tamanho e a disposição dos cômodos do imóvel, bem como a qualidade dos materiais e acabamentos usados pela incorporadora”, argumenta.


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