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Imóvel pronto: como é o pagamento

30/05/2021

Você já fez a lista de necessidades e preferências da família, analisou as vantagens e decidiu que comprar um imóvel pronto para morar é a melhor escolha. Além disso, visitou alguns imóveis que gostou e estão dentro do seu orçamento. Agora, o próximo passo é tomar a decisão e fazer uma proposta.

Agora, você precisa saber como funciona o fluxo de pagamento desse apartamento, casa ou sobrado pronto. Várias dúvidas surgem nesse momento, ainda mais se essa é a primeira compra.

O que é preciso para contratar o financiamento imobiliário? Pode usar carta de crédito do consórcio imobiliário? Posso usar o FGTS na compra do imóvel?

Finalmente, vamos responder todas essas questões. Confira!

As formas de pagamento do imóvel pronto para morar

Financiamento imobiliário

Uma das principais diferenças da compra entre um imóvel na planta e um apartamento pronto para morar é a forma de pagamento.

No primeiro caso, o comprador pode pagar de 10% a 40% do valor total do imóvel durante o período de construção da obra, ou seja, em até 36 meses, a chamada poupança. Ou seja, o restante do saldo – logo, os outros 90% a 60% – é financiado quando a construtora entregar as chaves.

Vários bancos financiam até 90% do valor do imóvel novo. Imóveis novos são os apartamentos, casas ou sobrados vendidos diretamente pelas construtoras e incorporadoras.

Ao passo que, o valor financiado pelos bancos para os imóveis usados –aqueles que são de proprietários e não de empresas – é de 50% a 70% do preço do imóvel. Aliás, aqui vale um lembrete: o imóvel pronto pode ser tanto novo, quanto usado.

Também é importante lembrar que, para aprovar o financiamento, o banco fará uma avaliação do imóvel pronto. Dessa forma, os limites, taxas de juros, seguro e impostos serão calculados com base no preço estipulado pelo banco.

Além da avaliação do banco, a renda bruta do casal conta para a análise de crédito para o financiamento imobiliário. Nesse caso, as parcelas não podem comprometer mais de 30% dos rendimentos.

Entretanto, quando o imóvel também é novo, mas está pronto para morar, o comprador precisa pagar o valor da poupança à construtora ou incorporadora de uma só vez. Por isso, é importante avaliar se há condições financeiras de realizar esse desembolso.

A Swell Construções faz o financiamento antecipado do imóvel, ou seja, já na fase de obras.

Documentos necessários para o financiamento imobiliário

Cada banco vai pedir uma documentação específica para o financiamento imobiliário. Porém, podemos afirmar que uma lista básica é formada por:

– CPF;

– RG;

– Comprovante de residência;

– Certidão de casamento (se houver);

– Certidões negativas de débito;

– Comprovante de renda.

A princípio, com essas informações em mãos já é possível dar entrada no processo para financiar o imóvel pronto.

Consórcio imobiliário

A compra do imóvel pronto também pode ser feita com o consórcio imobiliário, desde que a carta de crédito esteja contemplada. Se o valor do imóvel exceder o da carta de crédito contratada, o comprador precisa completar o restante.

É importante lembrar que a carta de crédito contemplada só pode ser usada para apartamentos ou casas prontos para morar. Em outras palavras, é necessário que os imóveis novos tenham o Certificado de Vistoria de Conclusão de Obra (CVCO), também chamado de Habite-se, emitido.

FGTS na compra do imóvel pronto

Os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) podem ser usados para a compra do imóvel pronto. Aliás, segundo a Agência Brasil, a partir de agosto de 2021, o comprador pode utilizar esse dinheiro para abater as prestações ou reduzir o saldo devedor de imóveis do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que usa recursos livres dos bancos.

Entretanto, é essencial que os compradores prestem atenção às regras: o valor do imóvel deve ser de até R$ 1,5 milhão. Também é preciso que esse seja o primeiro imóvel do comprador e que o mutuário tenha conta no Fundo de Garantia há mais de três anos.

Até então, somente os compradores de imóveis com valor de até R$ 1,5 milhão dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), modalidade que usa recursos da caderneta de poupança, tinham autorização para usar o FGTS na compra do imóvel.

Taxa de escritura e registro do imóvel

Por último, é fundamental ter uma reserva financeira para pagar as despesas de escritura e registro do imóvel pronto. Além disso, você terá que pagar o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). O ITBI corresponde de 2% a 3% do valor do imóvel, conforme a lei de cada Estado.

Outras duas taxas cartoriais incidem sobre essa compra. Uma delas, é a escritura, a outra é o registro do imóvel. Por outro lado, se for a primeira moradia, você consegue desconto nessas taxas.

Além disso, no Paraná, cobra-se o Funrejus (Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário), que equivale a 0,2% do valor do apartamento, casa ou sobrado.

Juntas, todas as despesas podem chegar a 4% do valor do imóvel! Por isso, o comprador deve fazer uma reserva financeira para pagar esses cursos de compra do imóvel pronto.

Alguns bancos oferecem a oportunidade incluir as taxas de transmissão, registro e escritura no financiamento imobiliário, para pagamento parcelado. Você também pode usar até 10% do valor da carta de crédito de consórcio contemplado para pagar a documentação.


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